Ao sopro ciciante do terral,
O mar leva trangüilo suas águas
Vertendo alvas espumas suas mágoas
Banhando de esplendor o litoral...
A tarde ensolarada e cristalina
O mar a debruçar-se nas montanhas
Jamais vi beleza e imensidão tamanhas
Jamais vi majestade tão divina...
Ô ondas! Espraivai-vos nas areias...
Ô mares, dominai a imensidão...
Porque és tu poeta que te enleias...
Porque és tu quem vibras coração!
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