A Jorge B. de Mattos
Foste um raio de sol naquela vida
Mulher apaixonada sempre tua
Tu fazias o sol ela a lua
Numa existência feliz e eternicida
Agora este destino traiçoeiro
tenta te apagar o brilho onipresente
Abatendo-te num golpe rudemente,
Que, espero, seja passageiro
Já estás como dizia, no futuro
Mas sempre te empenheaste por viver
E algo que te possa acontecer
É a contigência cruel que não aturo
Por isto, peço a Deus que te proteja,
Voltando a ti a flama benfaseja,
Que ilumina a lua amada
E minha irmã, feliz e comovida
Há-de seguir brilhando pela vida
No Universo a dois de sua estrada...
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