O amor que tu dedicas ao Celinho
De há muito, eu já notara facilmente
No brilho que teus olhos, docemente,
Transmitem esta luz com teu carinho.
E numa noite quando ele ausente
Ouvi tua estória carinhosa,
A confidenciar-me, meiga e amorosa,
Que o adoravas verdadeiramente...
Confesso que essa prova de ternura
De afeição sincera plena e pura
Calou-me muito fundo, na verdade.
Por isto te declaro, no momento
Que a beleza deste sentimento
Só há-de dar aos dois: felicidade!
Jan/Fev. 1982
Nenhum comentário:
Postar um comentário