Paulo, Paulinho, principe silente
Tu és a armadura da minha coragem
Manténs tua paz como doce mensagem
No olhar que alteias tranqüilo, conciente
Já nos disseram que outrora fomos
Em encarnações talvez de outras eras
Tu eras o cruzado eu era o escravo
E eu não sei: verão e primavera
Paulo, Paulinho, principe silente
Tua paz e harmonia me cativam
Que assim tu te conserves pela tua vida
Pois viverá tranqüilo e docemente...
Paulinho, meu xará, yoga bravo
Que com o Universo se uniu prá valer
Quem não compreender o teu silêcio
Tuas palavras não vai entender...
Saudades !
ResponderExcluirSaudades !
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