segunda-feira, 17 de maio de 2010

Poema do Pescador

Densas espumas, sussurando espumas,
Alvas areias a sentir amor
Noite marinha de silêncio santo
Em doces brisas de sutil frescor

O mar tão longe a gemer saudades
Nos tristes cantos de soluço e dor
Dai-me razão deste mistério imenso
Que a noite encobre a serena cor

Alguém criou a noite tão serena
A majestade do mar, a brisa amena,
As estrelas do Céus alguém criou
O Céu é lindo e comovente, eu penso
Dai-me a razão deste mistério imenso
À alma errante deste pescador...

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