quinta-feira, 20 de maio de 2010

Chuva

Murmúrio lento e triste de uma noite
Lágrimas sentidas - natureza
Tu és ó chuva soluçante e fria
Mais um mistério eterno de beleza

Lindo cantar que tal como cascatas
Alegras as manhãs cheias de flores
Tu és, ó chuva, também um dos albores
Que faz resplandecer as nossas matas

De todos os prazeres, no entanto,
É encontara o sol que te enleia
Um interlúdio de amor - sem o sentires

Ao teu amado expõe o teu encanto
E quando o olhar do sol te galanteia
Fazes surgir no Céu o Arco-ìris...

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