À Roberto Marinho
Quem for pequeno atire-me a peçonha
De ser bajulador e oportunista
Conheço-o de longe e só de vista
Nunca lhe fiz pedidos ou barganha
Apenas sei que do meu pai saudoso
Fôra sincero amigo em tempos idos
E deste canto anônimo eu tenho sido
Um adminrador discreto e orgulhoso
Por sua retidão e seu desvelo
Em nobres causas, gestos e apelos
Eu canto sem receio a sua glória
Bem certo que o Brasil, grato já sente
Que esta figura preclara e tão presente
Há-de eternizar-se em sua História...
Dez. 1981
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