Ô brisas que soprais por esse mundos
Afagando os trigais ensolarados
Ô brisas que soprais por áureos prados
Vales cobertos de trigais fecundos
Ô Vós que baloiças louras campinas
Susssurando nos capões dourados
Percorrendo os trigais naqueles prados
E sibilando no alto das colinas...
E ao soprardes neves rutilantes
Por sobre os alvos picos das montanhas
Contrastais o verde das campanas
Com a alvura dos píncaros distantes...
Ah quem me dera, ó brisas desses montes,
Sentir-vos a aragem vespertina
Nas doces horas em que o Sol declina
Pintando de escarlate so horizontes...
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