(Talvez o poema de um exilado)
O ser-se ufanista ou patriota
É algo que a muitos desadrada
Parece que o gesto a alguns degrada
E que preferem as cores da derrota
Eu sinto no meu peito um grande alento
Pelo amor que tenho ao meu Brasil
Adoro o "chavão" do céu de anil
Que nutro com terno sentimento...
Se alguém quiser saber de uma verdade
Que digo sempre com sinceridade
No último dos versos se encerra
Numa certeza viril e verdadeira
Aqui eu solto a frase derradeira
Morro de orgulho pela minha terra!...
Setembro, 1979
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