A Arizio Costa Ribeiro
Vi dia nascer meu amigo
Arízio já se foi prá não voltar...
Um passaro tristonho vem cantar
As lágrimas que agora estão comigo...
Mas, como é forte a dor de uma saudade,
Banhada de lembranças benfazejas,
É bem possivel Arízio, que tu sejas
A imagem viva da Eternidade
Segue feliz, amigo, em tua estrada
No rumo as estrelas encantadas
Leva contigo a minha nostlagia
Agora que pareces tão distante,
Estás bem perto e sempre vigilante
Eras meu Anjo da Guarda, e eu não sabia...
Set.2, 1983
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